Vaga terceirizada.
Esta é a segunda vez que participo de um processo seletivo conduzido pela mesma Business Partner responsável pelas vagas de assistente, e, infelizmente, a experiência voltou a ser negativa.
Desde o primeiro contato, a postura demonstra antipatia e pouca cordialidade. Mesmo tratando-se de um novo processo, ela fez questão de mencionar, diante do requisitante da vaga, que eu já havia participado anteriormente e não havia sido aprovado. A forma como isso foi exposto soou desnecessária e constrangedora.
Quanto à recepção, não é permitido que o candidato suba antes do horário agendado. A orientação é aguardar no lobby do prédio, sendo o acesso liberado apenas cinco minutos após o horário previsto. Nas duas ocasiões vivi exatamente a mesma situação. Ao subir, o atendimento continua pouco acolhedor, caso o candidato necessite de algo, é orientado a buscar por conta própria.
A impressão transmitida é de despreparo para lidar com pessoas, especialmente em processos seletivos que exigem, acima de tudo, empatia, profissionalismo e respeito. Para muitos candidatos, aquele momento representa expectativa e oportunidade; portanto, a experiência deveria ser conduzida com mais humanidade e consideração.
Infelizmente, a postura adotada compromete não apenas o processo, mas também a imagem da empresa perante profissionais que buscam uma oportunidade. Situações como essa levam à reflexão de que, por vezes, há pessoas ocupando determinados cargos não necessariamente por demonstrarem o perfil e as competências adequadas, mas porque são mantidas na posição. Quando falta preparo técnico e, principalmente, inteligência emocional para lidar com pessoas, o impacto negativo é inevitável, tanto para os candidatos quanto para a própria organização.